Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

Carpe Diem Nacional...

Devida as nossas limitações geográficas e a enorme falta de matéria prima, a única coisa que resta neste país a beira mar plantado são os Portugueses (não contabilizando a enorme riqueza histórica). Não trazendo eu nada de novo ao saber dos "falaciosos", o que venho enfatizar neste momento é a ineria ideológica (dos Portugueses) em que temos vivido  no ultimo século.

Ouvi por vozes de outros ainda mais falaciosos por varias vezes as palavras " Plano Estratégico", mas nenhum deles o sentia, uma espécie de relação de conveniência baseada na mentira que mais cedo ou mais tarde acaba por dar para o torto. O que com isto quero dizer , é que não existe uma visão consensual adequada e ajustada a nossa realidade nacional (saia ela de onde sair) que seja  projectada num prazo de 30 anos ou mais, como aconteceu com a Europa no pós guerra(estando agora em fim de ciclo), para um Portugal melhor. Não existe um trabalho comum para um futuro comum, o que acontece na realidade é um Carpe Diem eleitoral, um viver o momento, depois logo se vê, atirando no final a batata quente ao partido da oposição, e á 30 anos que assim é sem tirar nem por. Dou mérito a este governo pelo país que herdou do José Silva (de Sócrates e Eng. não tem nada), mas as medidas de contenção, corte e reestruturação apenas resolvem ou atenuam o imediato.  

 A evidente falta de estratégia e altruísmo politico, uma visão nacional, de um futuro que deveríamos seguir ou trabalhar para, é o que marca (a meu ver) esta agonizante e secular (não é só de agora) atrofia que provoca este entorpecimento a todos os níveis deste país agora conhecido por periférico e subjugado a umas entidades omniscientes, são os novos deuses da era moderna, sem igreja mas com doutrina e inquisidores, que de forma indelével marcam o nosso quotidiano e a que chamamos levianamente de "mercados" .

 

publicado por João Ginja Rebelo às 12:40
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1 comentário:
De João Ginja Rebelo a 17 de Fevereiro de 2012 às 21:06
Em vez de José Silva deveria estar José Sousa.


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“Os bajuladores são honrados e os homens de bem sujeitados. O mesmo arbítrio reina nos decretos do povo e nas ordens dos tiranos. Trata-se dos mesmos costumes. O que fazem os bajuladores da corte junto a estes, fazem os demagogos junto ao povo.”, Aristóteles.
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